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Título:
MEU PEQUENO RUBRO-NEGRO
Autores:
Gabriel, o Pensador (com ilustrações de Mario Alberto – do diário Lance!
Dimensões:
• Altura: 28 cm
• Largura: 23 cm
Informações
Complementares:
• Páginas: 24
• ISBN: 978-8560174-27-0
• Editora: BELAS-LETRAS |
Sinopse:
BLIM BLOM!
Claudinho é novo na cidade e vai visitar o amigo de escola em um dia muito especial:
– Meu pai vai levar a gente pro jogo!
– Que jogo?
– O jogo do Flamengo, ué!
Com uma camisa rubro-negra da sorte emprestada, Claudinho vai se maravilhar com o Maracanã e descobrir a maior torcida do Brasil, uma multidão apaixonada, que faz os adversários tremerem com seus cantos e gritos de guerra.
E durante o jogo Claudinho passa a conhecer um pouco da história do Flamengo, “o mais querido”, um time que revelou grandes craques e deu shows de bola inesquecíveis, tornando-se o único Campeão do Mundo entre os cariocas.
Com uma história pulsante e divertida, no ritmo mágico do futebol, Gabriel o Pensador conduz o leitor para dentro do Maraca, ou seja, para dentro do coração do Flamengo — e uma vez Flamengo, sempre Flamengo.
Então Sai do chão, sai do chão! A torcida do Mengão!
Sobre o autor
GABRIEL, O PENSADOR
Nasceu no Rio de Janeiro, em 1974, no bairro de Vila Isabel, ali pertinho do Maracanã. Apaixonado pelo Fla, é sócio honorário do clube e acompanha os seus jogos até mesmo no trabalho, no camarim de um show, no estúdio... mas não é difícil vê-lo no estádio. Ainda menino escrevia letras de música na escola e, em 1992, começou sua carreira artística com a fita demo Tô Feliz (matei o presidente), censurada pelo Ministério da Justiça pouco antes da renúncia do então presidente Fernando Collor de Melo. Gravou sete álbuns e um DVD. Na literatura, publicou Diário Noturno, em 2001, e Um Garoto Chamado Rorbeto, prêmio Jabuti de melhor livro infantil em 2006.
MARIO ALBERTO
Mario Alberto faz parte da terceira geração de uma nobre linhagem rubro-negra orgulhosa de ser inteiramente formada por torcedores do Flamengo, sem exceções. Entre os momentos mais importantes de sua vida estão o gol de Rondinelli em 1978, a madrugada de 13 de dezembro de 1981 e o dia em que decidiu ser ilustrador durante o curso de programação visual na Escola de Belas Artes da UFRJ. Há onze anos trabalha no diário de esportes Lance e o único momento em que não torce pelo Fla é na hora de fazer as suas charges. Mas só nessa hora.
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